O dia em que conheci Fernanda Young

Agora são 1:25 do dia 4 de maio de 2016. Há pouco, cheguei do lançamento do novo livro da escritora, poetisa, apresentadora, roteirista, atriz, mãe e tantas outras coisas, Fernanda Young. O lançamento de A mão esquerda de Vênus aconteceu na noite de ontem, na Galeria Vermelho, em São Paulo e a convite da Globo Livros, tive o prazer de estar presente nessa noite tão especial.

Cheguei no espaço por volta das 20:30 e o lugar já estava repleto de pessoas influentes, personalidades e famosos. Eu, de mochila nas costas, com todos os livros que tenho da FY, me senti por horas, um estranho no ninho, afinal, não conhecia ninguém dali. De repente, me deparo com a Renata, irmã da Fernanda e minha amiga no instagram. Ela também estava muito requisitada na noite, porém, conseguimos trocar muitas palavras e ela foi muito generosa comigo.

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No evento, tinha cerveja free e eu demorei um pouco para entender que era free mesmo. Por alguns instantes, fiquei com receio se poderia ou não pegar a bebida. Depois de um tempo, vi que poderia pegar e fiz. Tomei umas cinco heineken que é de longe minha cerveja favorita, contudo, foram suficientes para me dar coragem e enfrentar a fila para autógrafos.

No começo de abril, quando decidi que voltaria a morar na capital, sabia que iria acontecer o lançamento do livro e resolvi trazer comigo, todos os livros que tenho da Fernanda (falta ainda Cartas para alguém bem perto e O Pau, que dei para um amigo querido). Enfim, possuo quase toda a bibliografia de FY e queria que ela autografasse meus livros. Confesso, que por horas tive medo da atitude, afinal, ela estava lá para lançar um livro específico e não quase dez livros de uma vez.

Chegada a minha hora de pegar os autógrafos, entreguei uma carta que escrevi para a Fernanda e perguntei se ela autografaria todos os meus livros e se isso não a “irritaria”. Ela foi super solicita e autografou  os livros, enquanto trocamos algumas palavras. Quem me conhece, sabe que eu acompanho Fernanda Young há quase dez anos. Fui um adolescente com poucos ídolos. Fernanda é minha Madonna. É uma das inspirações que tenho para a vida.

Enfim, a noite de três de maio de dois mil e dezesseis ficará marcada em minha vida. Obrigado Renata e Fernanda Young, pelo carinho, atenção e generosidade. ❤

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Ao som de Bwana, Rita Lee.

 

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Sobre Cléverton Santana

Jornalista e tuiteiro de plantão. Morou praticamente toda sua vida na praia mas seu coração sempre foi da selva de pedras. Fã de séries, cinema e teatro, sempre encontra tempo para ler algum livro. É eclético musicalmente, mas não vive sem Rita Lee, Queen e Legião Urbana.
Esse post foi publicado em 2016, Cultura, Dicas, Pescador de Sonhos, Pessoal, São Paulo, Televisão e marcado , , , . Guardar link permanente.

2 respostas para O dia em que conheci Fernanda Young

  1. Nossa, que post delícia. Esse seu suspiro de felicidade foi um pouco meu. A Fernanda é – também – uma de minhas inspirações. Liberta de uma forma “démodé”, quase que antiquada e é nesse lugar incomum que mora o anarquismo de sua arte, de sua literatura. Uma taurina despirocada e que faz da “feiura” das “inseguranças e das dores” algo belo, sempre.

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