Meu amor por “sampa”

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Avenida Paulista, São Paulo

Olá. No último post eu prometi que voltaria com mais frequência para o blog, porém, espero que entenda: minha vida está corrida. Trabalho, faculdade. Não está sendo fácil. Dormir tem sido algo que não tenho feito com muita frequência.  Contudo, cá estou. Obrigado por estar aqui comigo e me fazer companhia por alguns minutinhos.

Resolvi falar um pouco sobre minha paixão pela capital paulista, já que quase todo mês estou por lá.

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Estação Trianon-Masp, São Paulo

Eu nasci na grande São Paulo. Buscando “qualidade de vida”, quando tinha quatro anos de idade, meus pais decidiram morar no litoral norte de “sampa”.  Sendo mais exato, decidiram morar em Caraguatatuba. Passei minha infância e adolescência na pacata “princesinha do litoral”.

Quando completei dezoito anos, não pensei duas vezes: Arrumei minha mochila e fui morar sozinho em São Paulo. Morei sozinho por quase dois anos. Obviamente não vou contar sobre isso no post, até porque isso daria um outro post (opa, é uma ideia), mas enfim: nesse tempo, amadureci muito, contudo, morar sozinho em São Paulo, na época, era punk e decidi voltar a morar com meus pais, na pacata Caraguá.

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Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP)

Desde que voltei para terras litorâneas, sempre arrumo um jeito em ir para SP, nem que seja para passar um final de semana ou algumas horas. Sim. Já fui  e voltei no mesmo dia e não me arrependo. (são apenas quase três horas de viagem, não é o fim do mundo)

Gosto de viajar. É uma sensação quase que inexplicável, chegar no Terminal Rodoviário Tietê e encontrar aquela muvuca, aquela correria, aquela pressa do povo paulista. O metrô com sua eferverscência e diversidade. Gente de todas as raças, todas as cores. Gente doida, gente normal. Gente feliz, gente estressada. Gente sorrindo, gente chorando. Tudo ali, no mesmo vagão. É louco.

Sou urbano, gosto de barulho. Praia, definitivamente  não é minha praia. Gosto do mar e toda poesia englobada, mas posso contar nos dedos (de uma mão), quantas vezes fui visitá-lo esse ano. Como diria a mais paulista de todas, Rita Lee: “Praia de paulista é o Ibirapuera”.

Por mais maluco que possa parecer, São Paulo me acalma. Talvez por conta das inúmeras possibilidades que tenho para me distrair, não sei. O simples fato de estar no meio daquela loucura me acalma. Não vejo a hora de terminar minha faculdade e voltar para a capital. Por isso, São Paulo, me espere. Em breve estarei de volta.

[dica] ouça: Rita Lee, “As mina de sampa”

Um bom final de semana,

Até a próxima.

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Sobre Cléverton Santana

Jornalista e tuiteiro de plantão. Morou praticamente toda sua vida na praia mas seu coração sempre foi da selva de pedras. Fã de séries, cinema e teatro, sempre encontra tempo para ler algum livro. É eclético musicalmente, mas não vive sem Rita Lee, Queen e Legião Urbana.
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