Aquele sobre minha viagem bate-volta para Sampa

A grande e maior desvantagem de não morar na capital, é não ter o leque de opções relacionadas a cultura que só SP tem. Pois bem, doido do jeito que sou, estava louco para ver a exposição “A louca debaixo do branco” no MIS ( Museu da Imagem e do Som).

A exposição multimédia conta com fotos, textos, aúdio, objetos e  vídeos sobre amor/casamento.

A abertura oficial aconteceu na terça feira (02/10) e claro, Fernanda Young estava lá presente. Segundo os funcionários do MIS, a mesma foi super simpática e fofa com todos. Pena que não pude ir na abertura, mas confesso que conseguir ver a exposição neste sábado valeu muito a pena. Resolvi contar um pouco de que como foi meu sábado. Vamos lá?

Acordei as 4:30 da manhã. Cheguei na capital por volta das 9h. Nos quase dois anos que morei lá, nunca tinha ido ao Parque do  Ibirapuera, resolvi  então passar a manhã no  parque. O dia estava muito quente, mas ficar em baixo da árvore observado a paisagem e as pessoas, foi relativamente positivo. Engraçado como o paulistano leva a sério o “domingo no parque”. Diversas famílias levaram suas crianças e diversas pessoas levaram seus animais. Perto de onde estava, tinha um casal lésbico muito fofo.

Só para constar. Quando saio do metrô e coloco os pés na Paulista, uma mistura de sentimentos ocorre dentro de mim. A Paulista é um realmente um mundo a parte. Fico completamente encantado com sua arquitetura, e com a diversidade das pessoas que passam por lá. Lembro que quando trabalhava na Paulista, ficava um bom tempo apenas observado sua loucura e eferverscência.

Avenida Paulista sempre linda.

Por conta de alguns fatos  ocorridos pela manhã, eu estava bem triste. Resolvi então ligar para uma amiga que mora na Alameda Santos. Convidei ela para ir comigo na exposição e ela topou na hora. Resolvemos seguir seu Iphone 4S  e a rota nos informava que em “7 minutos” estaríamos no MIS. Pois bem. Andamos cerca de 50 minutos a pé entre subidas e descidas. Estou com bolha no pé. Mas conseguimos finalmente chegar ao museu.

Eu sorrindo sem motivos na Av. Paulista

Acho realmente que sou um pouco suspeito para falar sobre Fernanda Young. Amo seu trabalho na TV e sou apaixonado pelos seus romances. Cheguei no museu eufórico. Só para constar, a bateria do meu celular estava chegando ao fim. Perguntei a um funcionário se existia a possibilidade dele carregar meu aparelho. O mesmo foi super simpático e ainda elogiou minha camiseta. Seu nome é Renan, pena que não consegui me despedir dele. Digo isso, porque a maioria das pessoas que moram em São Paulo possuem um mau humor lascado, me surpreendi então com a boa vontade do rapaz. Vejam agora as fotos da exposição. A primeira claro, eu de tiete.

Eu estranho na entrada da exposição “A louca debaixo do branco”.

Se pudesse ficaria o dia todo observado cada detalhe da exposição. Mesmo assim, me sinto feliz por ter conseguido ler tudo e ter conseguido fazer registro de todas as fotos. Parabéns pela curadoria, o espaço estava encantador,

Uma das melhores fotos da exposição, sem sombra de dúvidas.

A louca debaixo do branco

Fernanda Young é roterista, escritora, atriz, apresentadora, esposa e mãe. Vindo dela, é claro que poderia esperar o máximo de uma exposição. Gostei da ideia do multimédia. Não era apenas uma bela exposição de fotos. Não era apenas uma exposição de textos. Como disse lá em cima, foram textos, fotos, objetos, áudio, vídeo além da interação dos visitantes pela internet através de um fórum. Quando vi esse caderno de recortes fiquei todo arrepiado. Ver ali, manuscritos de 1994 com caixas de lexapro fizeram me sentir de certa forma, próximo da autora.

Me arrepiei quando vi isso, sério.

A noiva no cemitério

Fernanda Young super expressiva

E para ajudar um pouco mais a minha revolta em morar longe da capital, nesta terça feira próxima (09/10) Young fará o lançamento do seu 10º romance. Eu, para variar, não conseguirei ir 😦

Adoro suas tatuagens, principalmente as que expressão seu amor pelos filhos

Minha querida paraibana Candida Loiza

Serviço
O Museu da Imagem e do Som fica localizadona Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo . O horário de funcionamento é  – terças a sextas, das 12h às 21h; sábados, domingos e feriados, das 11h às 20h. Os ingressos custam  R$ 4,00 (50% de desconto para estudantes. Menores de 05 anos não pagam) e às terças-feiras a entrada é gratuita.

Gostou das fotos? Comente ou me manda um e-mail!
clesantana@live.com

Beijo Grande :*

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Sobre Cléverton Santana

Jornalista e tuiteiro de plantão. Morou praticamente toda sua vida na praia mas seu coração sempre foi da selva de pedras. Fã de séries, cinema e teatro, sempre encontra tempo para ler algum livro. É eclético musicalmente, mas não vive sem Rita Lee, Queen e Legião Urbana.
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2 respostas para Aquele sobre minha viagem bate-volta para Sampa

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